Sobre

ECONOMIA CRIATIVA E DESIGN DE INTERAÇÃO

 


Nosso CASE envolve as dimensões estética, política e ética, uma abordagem inovadora no sentido pleno de dar lugar a devires singulares e a criatividade como elemento principais no campo da Economia Criativa e no Design de interação. Por isso seguimos o plano de consistência que visa, com certo esforço, e pelas condições de possibilidade dos acontecimentos em redes colaborativas, fazer projetos que possam ser a um só tempo, acontecimentos artísticos e experimentações tecnológicas através de uma cartografia real no nosso lugar de produção: a Cidade do Salvador, e em outros lugares do Brasil e do mundo.

O que é um mapa para nós? Esta não é uma pergunta trivial funcionalidade dos nossos processos vai no sentido de ultrapassar o mero operacional atingindo o campo dos afetos em termos de Economia Criativa. Territórios existenciais em rede, menos uma localidade relativa para projetos artísticos-culturais, muito uma curvatura de dispositivos. Os dois eixos do plano: singularidade movente e colaborativismo. O nosso corpo envolve a criação de estéticas de realidades moventes, a produção de devires ativos do desejo, e a experiência coletiva do aprendizado e diferenças reais.

A cartografia proposta pela Voxel Design de interação, percorre um roteiro amplo, conectados em hastes que não se desembolam da gambiarra. Além da produção de criação de aplicativos móveis como dispositivo de ativação da subjetividade coletiva, e ser uma resposta acelerada e local de interação, é uma operação singular revolução no modus operandi de lidar com o universo da arte digital e multimidiática, não só econômica, mas política e social, reorientando a produção coletiva em Salvador, para um lugar ainda não alcançado. Experimentação de conceitos e práticas, e novos dispositivos de intervenção. Conexões. Um mapa é uma questão de performance, cuja invenção se dá através dos cartógrafos, mas não por eles, pois não há agente da invenção. Somos os desenvolvedores e articuladores da rede, portanto, nossa

Á guisa da conclusão, além do aspectos de economia criativa que o projeto gera como design, gestão, modelos de negócio, educação e pesquisa e desenvolvimento, entre outros elementos de vanguarda da inovação que alinham, lado a lado, criatividade, ecologia, conhecimento, mobilidade urbana e tecnologia, no que tange ao índice de inovação e Tecnologia, podemos sim contribuir para uma aumento qualitativo na Cidade do Salvador, medindo tanto o percentual de investimento em pesquisa e desenvolvimento, quanto pelo número de patentes por habitantes, que estimamos , quando do seu funcionamento. Produzir a formulação, a implementação e o monitoramento de um aplicativo é, de todo modo, contribuir para as políticas públicas engendradas no campo da economia criativa, e para o consequente desenvolvimento local. Sendo nossa tarefa primordial: dar língua para afetos que pedem passagem.

O critério de nossas escolhas: descobrir que matérias de expressão, misturadas a quais outras, que composições culturais favorecem a passagem das intensidades que percorrem o corpo da cidade. Encontro com os corpos que pretende entender a si mesmo e se conectar a outros corpos através da mobilidade, do nomadismo, da atualização de encontros. Nossas tarefas: 1. Criar. 2. Mapear. 3. Desenvolver. 4. Coletivizar 5. Fazer funcionar. Linhas de indissociabilidade entre o conhecimento e a transformação. Os quatro gestos da nossa atenção cartográfica: o rastreio, o toque, o pouso e o reconhecimento atento. Cartografar é acompanhar processos, como quem diz: – Os homens não deixam de fabricar um guarda-sol que os abriga, por baixo do qual traçam um firmamento e escrevem suas coisas, mas o cartógrafo e o artista abrem fendas no guarda-sol, rasgam-no até o firmamento, para fazer passar um pouco do caos, e enquadrar numa luz brusca, uma visão que aparece através da fenda (…)